Nem todo uniforme é um E.P.I., mas acontece! A sigla significa "equipamento de proteção individual".   Muitas vezes, as pessoas consideram as roupas de trabalho, quando fornecidas pelas empresas,  como se fossem um E.P.I., mas estão enganadas!  O simples fato de um blusão possuir "faixas refletivas", por exemplo, não o tornam um equipamento de proteção na linguagem técnica. A Norma Regulamentadora nº 6 do Ministério do Trabalho e Emprego considera EPI “ todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho ”. O uso deste tipo de equipamento deverá ocorrer justamente para atenuar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade, ou seja, quando as medidas de proteção coletiva não forem viáveis, eficientes e suficientes para mitigar os riscos e não oferecerem a proteção ideal contra   acidentes do trabalho  e/ou de doenças profissionais e do trabalho.   Determinados uniformes, quando utilizados como E.P.I, pressupõem autorização especial do Ministério do Trabalho e Emprego, recebendo um "certificado de autorização" (C.A.). Somente após devidamente testados pelo órgão de fiscalização, poderão ser comercializados com essa finalidade.   Desse modo, quando for adquirir um uniforme como E.P.I., verifique a validade do C.A. e quais as proteções abrangidas por aquele equipamento. Poderá estar comprando algo que não atenda às exigências das normas.   SOBRE A NORMA REGULAMENTADORA / NR 6  Responsabilidades do empregador: adquirir o adequado ao risco de cada atividade; exigir seu uso; fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e, comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada; registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.   Responsabilidades do trabalhador:   usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; responsabilizar-se pela guarda e conservação; comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e, cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.   by Claudia Gervasio Chagas.
24/03/2019
A história dos uniformes inicia-se no século XV, utilizado pelos militares com intuito de padronizar a vestimenta para todos os soldados da mesma patente. Não só cada exército tinha um tipo de vestimenta diferenciada, como haviam também estandartes e bandeiras que caracterizavam (através de suas cores) cada região, cada reino, cada país. Os uniformes ou fardas sempre tiveram, ao longo da história da humanidade, o obejtivo de marcar a identidade própria e particular de grupos, categorias, tribos, associações, clubes, agremiações, times, classes sociais, estudantes de determinada escola. Num segundo momento, foi utilizado com finalidade de estruturar e organizar determinadas instituições, como por exemplo hospitais, asilos, etc. Nessa mesma perspectiva de padronização, o uniforme chega ao âmbito escolar.  Fonte: Wikipédia
23/03/2019
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